Mulheres negras do Espírito Santo com 18 anos ou mais podem se inscrever até 11 de agosto para o MC Mulheres – Edição Espírito Santo, programa gratuito que oferece até 20 horas de formação presencial voltada à economia criativa.
O projeto, organizado pelo Instituto Movimento Cidade em parceria com o Festival Movimento Cidade e patrocinado pelo Sebrae Espírito Santo por meio do programa Sebrae Delas, selecionará até 20 participantes residentes no estado. As inscrições são feitas pelo link https://bit.ly/mcmulheresES26-inscricao.
A seleção prioriza trabalhadoras do comércio, mulheres impactadas direta ou indiretamente pelo Festival MC e empreendedoras que desejam iniciar ou expandir seus negócios. O termo “mulheres negras” abrange mulheres cis, trans, travestis e demais identidades que se reconhecem no feminino e na negritude.
As selecionadas receberão certificado e participarão de uma jornada de até 20 horas, com metodologia colaborativa que aborda gestão de negócios, marketing, vendas, posicionamento digital e atendimento ao cliente. A etapa presencial ocorrerá na Agência Plural do Sebrae, em Vitória, entre 24 e 28 de agosto.
“Acredito que investir no afroempreendedorismo é reconhecer e fortalecer quem já movimenta a economia capixaba. Segundo pesquisa do Data Sebrae, a maioria das mulheres empreendedoras do Espírito Santo é negra. Por isso, a união entre iniciativas do Sebrae Delas e o MC Mulheres é tão importante: juntas, ampliam oportunidades, fortalecem negócios e conectam mulheres negras a conhecimento, mercado e redes de apoio, promovendo mais autonomia, protagonismo e geração de renda”, afirma Lisandra Carneiro, gestora do Sebrae Delas e de Afroempreendedorismo no Sebrae/ES.
Criado em 2022, o MC Mulheres desenvolve ações de formação nas áreas de cultura, empreendedorismo e economia criativa, consolidando laboratórios, mentorias, imersões e festivais que criam uma rede de intercâmbio entre artistas e empreendedoras.
Para empresários locais, a iniciativa representa um potencial de ampliação de fornecedores e parceiros capacitados, enquanto para trabalhadores do comércio e demais setores, a capacitação pode gerar novas oportunidades de renda e fortalecer a participação feminina na economia criativa do estado.
